Por que isso importa
Escolher um provedor de custódia é escolher uma contraparte. A solvência do provedor, competência operacional e alinhamento de incentivos afetam diretamente se você pode acessar seu bitcoin quando precisar. A diferença entre bons e maus provedores de custódia frequentemente se torna visível apenas sob estresse.
O que avaliar
Reservas: O provedor mantém 100% do bitcoin dos clientes o tempo todo? As reservas são verificadas através de prova de reservas? Qualquer empréstimo, staking ou reipotecação introduz o risco de que os saques não possam ser honrados.
Segregação: Os ativos dos clientes são mantidos separadamente dos próprios ativos do provedor e de outros clientes? A segregação fornece proteção em caso de falência ou falha operacional.
Política de saques: Quais são as regras documentadas para saques? Quanto tempo levam? Que verificação é necessária? A política pode mudar sem aviso? A possibilidade de saída é o teste mais claro da qualidade da custódia.
Arquitetura de segurança: Armazenamento frio, multiassinatura, distribuição geográfica, controles de acesso e procedimentos operacionais. Como o provedor protege as chaves tanto de ataques externos quanto de ameaças internas?
Transparência: O que o provedor divulga sobre suas operações, reservas e segurança? Opacidade é um sinal de alerta.
Suporte à sucessão: O provedor oferece designação de beneficiário e processos de sucessão documentados? Para detentores de longo prazo, a continuidade importa.
Sinais de alerta
- Ofertas de rendimento que exigem emprestar ativos de clientes
- Documentação de saques vaga ou inexistente
- Sem prova de reservas ou verificação independente
- Ativos de clientes misturados
- Políticas que podem mudar unilateralmente
Termos relacionados
- Custódia com reservas integrais
- Custodial vs não-custodial
- Risco de contraparte
- Possibilidade de saída
- Prova de reservas
- Custódia segregada